Hipertensão arterial e exercício físico
Um estilo de vida sedentário é um grande fator de risco para o coração e as doenças cardiovasculares. Por exemplo, as pessoas menos ativas e com menor aptidão física apresentam uma maior incidência (30-50%) de apresentar hipertensão arterial que as pessoas fisicamente ativas. Além disso, vários trabalhos científicos têm mostrado que a atividade física reduz a pressão arterial tanto em indivíduos hipertensos como naqueles com pressão normal (normotensos), independente da mudança de peso corporal.
Muitas medicações têm se mostrado eficazes na redução da pressão arterial e na proteção dos pacientes contra os riscos de doenças cardiovascular e renais. Contudo, devido aos efeitos colaterais e do custo destas medicações, seria mais interessante que as pessoas fizessem uma modificação em seu estilo de vida para melhorar a pressão arterial.
Numerosos trabalhos clínicos têm mostrado que o exercício aeróbico (caminhada, jogging, natação, ciclismo, etc.) pode agir como tratamento de primeira linha em pacientes com hipertensão leve/moderada, podendo agir também como agente preventivo das doenças cardiovasculares.
Mesmo que a pessoa não perca peso com estes exercícios, a sua prática leva uma redução da pressão arterial em repouso. Esta redução não parece depender da frequência ou intensidade do exercício aeróbico ou até mesmo do tipo de exercício. Ou seja, os trabalhos científicos têm mostrado que todas as formas de exercício podem ser eficazes na redução da hipertensão arterial. Contudo, estes exercícios parecem ter um maior efeito nos indivíduos hipertensos que nas pessoas sem hipertensão arterial.
Os mecanismos que fazem com que o exercício físico reduza a pressão arterial não estão bem claros. Contudos, alguns trabalhos científicos têm mostrado que a resistência à insulina e altos níveis sanguíneos de insulina podem contribuir para a hipertensão arterial. Na resistência à insulina, o organismo desenvolve uma resposta autoimune à sua própria insulina que dificulta a sua eficácia. Além disso, outros estudos têm mostrado que os exercícios aeróbicos reduzem a resistência à insulina nos pacientes hipertensos. O efeito do exercício sobre a insulina, pode ser uma possível explicação para os efeitos benéficos do exercício sobre a pressão arterial.
Em resumo, as modificações do estilo de vida têm um importante papel no tratamento e prevenção da hipertensão. A prática regular de exercicios físicos aliada às mudanças na dieta alimentar, redução da ingesta de sal, parar de fumar, uso moderado de bebidas alcoólicas, controle do peso corporal, ingesta moderada de cafeína, controle dos níveis de colesterol e adesão às drogas antihipertensivas quando necessário, são grandes armas no tratamento e prevenção da hipertensão arterial.
Muitas medicações têm se mostrado eficazes na redução da pressão arterial e na proteção dos pacientes contra os riscos de doenças cardiovascular e renais. Contudo, devido aos efeitos colaterais e do custo destas medicações, seria mais interessante que as pessoas fizessem uma modificação em seu estilo de vida para melhorar a pressão arterial.
Numerosos trabalhos clínicos têm mostrado que o exercício aeróbico (caminhada, jogging, natação, ciclismo, etc.) pode agir como tratamento de primeira linha em pacientes com hipertensão leve/moderada, podendo agir também como agente preventivo das doenças cardiovasculares.
Mesmo que a pessoa não perca peso com estes exercícios, a sua prática leva uma redução da pressão arterial em repouso. Esta redução não parece depender da frequência ou intensidade do exercício aeróbico ou até mesmo do tipo de exercício. Ou seja, os trabalhos científicos têm mostrado que todas as formas de exercício podem ser eficazes na redução da hipertensão arterial. Contudo, estes exercícios parecem ter um maior efeito nos indivíduos hipertensos que nas pessoas sem hipertensão arterial.
Os mecanismos que fazem com que o exercício físico reduza a pressão arterial não estão bem claros. Contudos, alguns trabalhos científicos têm mostrado que a resistência à insulina e altos níveis sanguíneos de insulina podem contribuir para a hipertensão arterial. Na resistência à insulina, o organismo desenvolve uma resposta autoimune à sua própria insulina que dificulta a sua eficácia. Além disso, outros estudos têm mostrado que os exercícios aeróbicos reduzem a resistência à insulina nos pacientes hipertensos. O efeito do exercício sobre a insulina, pode ser uma possível explicação para os efeitos benéficos do exercício sobre a pressão arterial.
Em resumo, as modificações do estilo de vida têm um importante papel no tratamento e prevenção da hipertensão. A prática regular de exercicios físicos aliada às mudanças na dieta alimentar, redução da ingesta de sal, parar de fumar, uso moderado de bebidas alcoólicas, controle do peso corporal, ingesta moderada de cafeína, controle dos níveis de colesterol e adesão às drogas antihipertensivas quando necessário, são grandes armas no tratamento e prevenção da hipertensão arterial.
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